Glamping Mangarito

Se você já leu o primeiro artigo que nossa colunista Camila Paviani escreveu com dicas de Petar, confira aqui mais informações importantes para o planejamento de sua aventura.

Apiaí ou Iporanga, onde ficar?

O parque está distribuído em duas cidades e não importa onde você se hospede, se quiser conhecer todos os núcleos, terá que viajar para a cidade vizinha para conhecer os demais núcleos. Nós ficamos no Bairro da Serra, em Iporanga, é o melhor lugar, pois fica próximo aos núcleos Santana, Ouro Grosso e Casa de Pedra. Já Apiaí fica mais próximo do Núcleo Caboclos onde está a caverna Temimina.

Glamping Mangarito
Glamping Mangarito

No local existem várias opções de hostels e campings, o ideal é reservar com antecedência, pois a procura pode ser grande. Pra quem busca conforto em meio à natureza, o Glamping Mangarito é uma excelente opção. Com um conceito simples e sofisticado, proporciona uma experiência relaxante e imersiva na natureza.

Glamping Mangarito
Glamping Mangarito

Onde comer em Petar

Almoço: Durante o dia estará fazendo passeios e não poderá voltar para o hostel/pousada para almoçar. Algumas pousadas, como o Mangarito, permitem que você faça um lanche no café da manhã para levar para a trilha. No caso do núcleo Caboclos, que é mais longe, passe na padaria e compre um lanche lá.

Jantar: O jantar será na cidade. Pra quem fica hospedado no Glamping Mangarito, é possível aproveitar as opções oferecidas pelo próprio glamping, que precisam ser reservadas no café da manhã antes de sair para o passeio.

Dicas de Petar

Também existe a Pousada do Abílio, onde a vó Helena prepara uma refeição simples, mas deliciosa e cheia de carinho. Outra opção é a pastelaria da Zeni, uma senhora simpática e sorridente que nos atendeu com muita alegria e tem pastéis deliciosos. Recomendo o pastel de pupunha, abundante na região e que tem um papel importante na culinária local. Ela fica literalmente ao lado do Mangarito, e ao lado dela também há uma barraca de caldo de cana – vou te dar uma dica: juntos sua refeição será inesquecível.

Como encontrar um guia

O acompanhamento de um guia certificado é obrigatório no PETAR. O serviço é prestado por agências privadas e é necessário reservar com antecedência. Cada guia pode acompanhar até 8 pessoas. Se houver 9 pessoas, serão necessários 2 guias. O preço não muda se for 1 ou 8 pessoas, porém se tiver um grupo para dividir será bem mais barato para todos. O custo é cerca de R$ 228,00 por dia o grupo + entradas nos núcleos.

Nossa prioridade era encontrar um guia que tivesse muito conhecimento da região, e depois de muito pesquisar, fechamos com a Cave Atlântica. Entramos em contato com a Creusa e ela nos passou todas as informações de maneira muito rápida e objetiva, gostamos muito do roteiro e nos passou muita segurança.

Camila Paviani

Tivemos dois guias: o Cateto, marido da Creusa, que conhece muito bem a região e passou muitas dicas de Petar. Como nasceu ali, desde muito novo já conhecia as trilhas e mais tarde se profissionalizou como guia. Ele visivelmente ama o que faz, nos guiou com segurança, sempre avisando os pontos de perigo, teve bastante paciência nas partes que precisamos desafiar nossos limites.

O Cateto também é um excelente fotógrafo, não só por saber quais os melhores pontos para fotos, mas também é fera no enquadramento e foco.

Dicas de Petar

O segundo guia foi o Reinaldo que nos acompanhou em um dos dias e foi super atencioso. Ele nos mostrou as cavernas com detalhes e nos passou muitas informações importantes, sobre história das cavernas e inclusive a respeito dos salões que não são abertos ao público. Interessantíssimo!

Sem dúvidas recomendo a Cave Atlântica para quem quiser conhecer o PETAR de maneira segura, informativa e divertida.

Dicas de Petar

Mais dicas de Petar

  • Roupas: Para fazer as trilhas, é obrigatório calça e camiseta com manga, que pode ser curta ou longa, mas não pode ser regata. Leve uma troca de roupa seca, incluindo meia e tênis extra para que a volta do passeio seja mais confortável. Você pode deixar no carro e se trocar no banheiro antes de ir embora.
  • Acessórios: É obrigatório o uso de capacete e lanterna, que são fornecidos pelos guias. Leve pouca coisa na mochila, peso só vai te atrapalhar.
  • Calçado: Tênis de trilha ou botas. Com cravinhos na sola facilitam a caminhada, que pode ser escorregadia em alguns pontos.
  • Lanche: Leve um lanchinho e água.
  • Banheiro: Nos núcleos Santana e Ouro Grosso existem banheiros no início da trilha, nos demais não, portanto já sabe né? Escolha uma moita e seja feliz. 🙂
  • Fotografia dentro da caverna: Eu pensei em levar câmera profissional, tripé, flash, pilhas etc, mas resolvi não levar e após visitar o parque, te digo que nada disso é necessário, só causará stress. Este é um lugar para apreciar e se desconectar. Tenha em mente que existem muitas partes molhadas que podem danificar seu equipamento. Além de tudo, durante as trilhas, não dá pra ficar pegando coisas da mochila. Existem obstáculos que precisam da sua atenção para que não ocorra um acidente. Muitas vezes você precisará das mãos para se apoiar, e quase sempre estarão sujas, além do peso extra. Todas as fotos foram tiradas com meu celular Xiaomi Mi9SE + lanterna do guia e foi mais do que suficiente. Ah, leve capinha de celular impermeável.

Para ter mais dicas de Petar não deixe de ler esse artigo onde conto todos os detalhes das cavernas, trilhas e nucleos.

Obrigada pela visita e volte sempre!

Camila Paviani

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